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Voluntário Óscar Miranda, vencedor do desafio "Revela a tua Cruz Vermelha" |
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Terça, 08 Maio 2012 10:32 |
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A fotografia de Óscar Miranda, voluntário da Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Neiva, foi a grande vencedora do desafio "Revela a tua Cruz Vermelha" lançado no âmbito das comemorações do 8 de Maio - Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho sobre o tema "Juventude em Acção".
A imagem apresenta o seguinte descritivo: "Integrado na iniciativa “Maio, mês do coração”, a Delegação de Neiva realizou no dia 29 de Maio de 2011 um rastreio à população. Com o apoio de uma vasta equipa de socorristas (alguns deles enfermeiros/as), todos voluntários, foi montada uma tenda junto à capela de Santa Ana/ Centro Paroquial em Neiva – Viana do Castelo. Foram realizadas medições do ritmo cardíaco, tensão arterial, glicémia capilar, peso, altura, índice de massa corporal e colesterol. O número de pessoas que compareceu foi enorme. Na foto, podemos ver a tenda montada ao fundo, com a fila à entrada. Para além das medições foram dados diversos conselhos a seguir para uma vida mais saudável."
Neste desafio participaram dezenas de Delegações Locais da Cruz Vermelha Portuguesa que, ao longo de um mês, quiseram exibir on line as acções, as experiências e as ideias dos seus voluntários, com o objectivo de mostrar a toda a gente como e porquê a nossa extraordinária comunidade de voluntários faz o que faz.
As fotografias dos participantes foram publicadas no facebook da Juventude Cruz Vermelha http://www.facebook.com/#!/juvcruzvermelha.sede para votação on line e como forma de homenagem à acção da Juventude Cruz Vermelha!
Notícia: 8 de Maio, Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. |
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8 de Maio - Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho |
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Para assinalar este ano o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho a 8 de Maio, a Cruz Vermelha Portuguesa celebra os contributos dos jovens e incentiva a prossecução da sua acção e liderança sob o tema global "Juventude em Acção".
Com esta temática pretende-se chamar a atenção para o esforço global do Movimento para agir e fazer a diferença, ajudando as comunidades a prepararem-se melhor para as catástrofes e emergências, bem como no desenvolvimento de uma cultura de não-violência e de paz.
"Os jovens têm um papel fundamental em ajudar a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho a alcançar os mais vulneráveis. Eles também têm uma função importante a desempenhar na construção de comunidades saudáveis", explicou Ashatna Osborne, Presidente da Comissão de Juventude da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Metade dos 13 milhões de voluntários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em todo o mundo são jovens. A Cruz Vermelha Portuguesa contribui para este número com cerca de 1.500 jovens voluntários, e a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho reconhecem o importante valor que trazem às comunidades, liderando diariamente mudanças positivas.
"Sem os nossos jovens, não seria possível fazer o que fazemos como Movimento," afirmou Luís Barbosa, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa. “Na Cruz Vermelha Portuguesa, continuaremos a capacitar jovens para desempenharem papéis de liderança e para que eles possam fazer mais, fazer melhor e alcançar ainda mais no apoio aos mais vulneráveis".
Para ver a "Juventude em Acção" na Cruz Vermelha Portuguesa e noutras Sociedades Nacionais em todo o mundo, visite a nossa exposição de fotos on-line disponível em www.ifrc.org. A mostra inclui imagens e histórias da acção da Juventude. Outras actividades e eventos que ocorrem no dia 8 de Maio serão destacados na página de Facebook da Federação e do Comité Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, no Twitter e no Blog "O Nosso Mundo. A Sua Acção”. |
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Guiné-Bissau: CICV visita presidente e primeiro-ministro |
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Quinta, 19 Abril 2012 14:17 |
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A 18 de Abril, o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) visitou o Presidente Interino Raimundo Pereira e o Primeiro Ministro Carlos Gomes Júnior, que foram detidos após a sublevação que ocorreu na Guiné-Bissau a 12 Abril. O CICV já deu medicamentos a Gomes Júnior durante uma visita prévia que ocorreu no dia 14 Abril.
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“Quando visitamos detidos, observamos as condições em que estão detidos e o tratamento que estão a receber”, disse Christophe Tinguely, o delegado do CICV que fez as visitas. “Como fazemos no mundo inteiro onde levamos a cabo estas tarefas, discutimos as nossas descobertas confidencialmente com as autoridades de detenção.“
Aos detidos foram dados consumíveis hospitalares, roupa e artigos de higiene. Para além disso, foi-lhes dada a oportunidade de enviar notícias aos seus familiares próximos. O CICV continua o seu diálogo com as autoridades responsáveis com vista a visitar outros que possam ter sido presos em ligação com os eventos das semanas passadas.
O CICV tem estado a trabalhar na Guiné-Bissau desde 1998, prestando protecção e assistência a pessoas que têm sido adversamente afectadas por várias situações de violência. |
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Dia Internacional de Sensibilização para as Minas: acabar com as armas que continuam a matar! |
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Terça, 03 Abril 2012 14:28 |
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Por ocasião do Dia Internacional de Sensibilização para as minas e Assistência à desminagem, 4 de Abril, o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) chama uma vez mais a atenção para a necessidade de aumentar as acções que ponham fim ao sofrimento causado pelas armas que continuam a matar e a devastar vidas muito depois dos conflitos terem terminado.
Factos e números relevantes
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"A comunidade internacional deve continuar a agir enquanto as pessoas continuem a ser mortas ou mutiladas pelas minas, munições de dispersão (cluster munitions) e explosivos remanescentes da guerra,” diz Yves Daccord, Director-Geral do CICV. “Têm de ser feitos maiores esforços para a remoção de minas, munições de dispersão e outras formas de engenhos explosivos não detonados e abandonados. O uso de minas anti-pessoais e munições de dispersão deverá ser travado, igualmente.”
O Director-Geral do CICV expressou o seu pesar pelo facto das minas e outros explosivos ainda por detonar não serem apenas um legado das guerras muito depois do seu fim, mas também representam uma ameaça de conflitos recentes. Na Líbia, por exemplo, os remanescentes de explosivos de guerra estão a inibir o regresso das pessoas às suas casas, atrasando a reconstrução pós-conflito. Embora o conflito tenha durado menos de um ano, a remoção dessas armas continuará por um longo período de tempo.
O sofrimento causado pelas minas terrestres e outras munições não detonadas poderia ser amplamente reduzido se todos os Estados ratificassem e implementassem os tratados de Direito Internacional Humanitário que procuram resolver os problemas causados por essas armas, nomeadamente a Convenção de Proibição de Minas Antipessoais, a Convenção sobre as Munições de Dispersão e o Protocolo sobre Explosivos Remanescentes de Guerra.
"Embora o enquadramento legal seja uma vitória substancial por si, é essencial um maior investimento na sua implementação se se pretendem alcançar os objectivos humanitários,” diz Daccord. Em particular, há uma real necessidade de aumentar o apoio às pessoas que foram lesadas pelas minas e outros remanescentes letais de guerra. Eles necessitam ao longo de toda a vida de acesso a serviços médicos, reabilitação física e psicológica, bem como assistência no regresso ao seu lugar na sociedade.
"Os Estados necessitam acelerar os seus esforços para destruir as minas e as munições de dispersão armazenadas e aumentar o ritmo da remoção,” refere Daccord. “Em muitos sítios a recolha de dados relacionada com o número de baixas precisa ser melhorada e é necessário ainda adoptar legislação de implementação nacional que faça cumprir as obrigações dos tratados.”
Este ano assinala-se o 15º aniversário da Convenção de Proibição de Minas Antipessoais de 1997. 159 Estados são parte, incluindo pelo menos 35 que ainda têm obrigações de remoção de minas. O Protocolo sobre Explosivos Remanescentes de Guerra de 2003 reúne 76 Estados Parte. Um total de 70 Estados são parte à Convenção sobre as Munições de Dispersão de 2008 e mais 41 Estados assinaram-na. |
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