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terça-feira, 06 agosto 2019 10:27

Surto de Ébola na República Democrática do Congo marca um ano

O pior surto de Ébola de todos os tempos da República Democrática do Congo (RDC),  que começou a 1 de agosto de 2018 e levou a OMS declarar uma emergência de Saúde Pública, ainda não está sob controlo.  

Nos últimos três meses, foram registados cerca de 13 novos casos a cada dia,  na medida em aumentam a insegurança, a resistência da comunidade e as enormes necessidades humanitárias, dificultando, assim, a capacidade de resposta internacional. 

Segundo o Diretor de Cuidados de Saúde da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC),  o vírus Ébola só será controlado quando as comunidades estiverem empenhadas e colocadas no centro dos esforços da resposta humanitária. Reforça, ainda, ser preciso preciso garantir que as equipas humanitárias respondam adequadamente às prioridades e preocupações das comunidades, o que significa expandir a intervenção e  incluir necessidades básicas mais amplas.

Simultaneamente ao vírus Ébola, os surtos de Sarampo e Cólera estão em propagação na República Democrática do Congo e já mataram mais de 1.800 pessoas no último ano. Além disso, duas décadas de violência e conflito privaram milhões de pessoas ao acesso a serviços básicos como saúde e educação.

A Cruz Vermelha está no terreno a promover ações de promoção e educação para a saúde, prevenção de infeções, sinalização de sintomas e orientação para os respetivos tratamentos, tendo alcançado até ao momento cerca de 1,3 milhões de pessoas.

Nas áreas onde os voluntários da Cruz Vermelha se encontram, foram solicitados cerca de 9.400 pedidos de sepulturas dignas e seguras. Para o efeito, mais de 1.500 voluntários da Cruz Vermelha receberam formação e treino para fazer este trabalho difícil e perigoso