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segunda-feira, 22 junho 2020 11:51

Cruz Vermelha prepara-se para receber 25 menores refugiados

 Equipa multidisciplinar para acompanhamento dos refugiados menores,

com chegada prevista para a próxima semana inicia, hoje, formação técnica e Institucional.

 

 A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), em estreita relação com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e demais Instituições do Sector Social, prepara-se para receber 25 menores refugiados oriundos de Campos de Refugiados na Grécia.

Com chegada prevista para a próxima semana, impõe-se, de momento, a necessidade de capacitar a equipa de trabalho, que se pretende jovem, experiente, dinâmica, activa e responsável.

Estes Psicólogos, Assistentes Sociais e Técnicos/monitores recém chegados à Instituição, seleccionados no seguimento de uma oferta pública lançada pela CVP para o efeito, iniciaram hoje um processo formativo exigente, no sentido da sua capacitação técnica e fortalecimento psicossocial.

À sua chegada, os jovens refugiados passarão por um procedimento de triagem COVID, bem como uma avaliação básica de saúde e ficarão instalados na casa de acolhimento da Cruz Vermelha Portuguesa, em Lisboa. Estima-se que o tempo de estadia neste centro não ultrapasse os 6 meses, período de tempo que se considerou para a estabilização do processo individual e identificação da medida cautelar posterior enquadrada no circuito normal de acolhimento de pessoas refugiadas onde, naturalmente, poderá vir a estar incluída a possibilidade a famílias de acolhimento.  

São, ainda, escassos os pormenores sobre a vida, o contexto e as ligações familiares destes menores. Sabe-se, apenas, que na sua grande maioria encontram-se numa faixa etária muito próxima da idade adulta pelo que, o trabalho da equipa técnica terá particular enfoque no planeamento do seu projecto de vida futura e autonomização.   

Segundo Joana Rodrigues, responsável pela área dos Migrantes e Refugiados da Cruz Vermelha Portuguesa, “este projecto é diferenciador pela possibilidade de transferir em simultâneo um grupo alargado de menores e trabalhar de forma consertada, em articulação com várias organizações de referência, para o seu desenvolvimento psicossocial e inclusão na comunidade. Estamos inteiramente confiantes nesta equipa de trabalho que inclui técnicos com uma experiência ímpar no trabalho com grupos vulneráveis, vivências profissionais em campos de refugiados e competência linguísticas avançadas em árabe e turco. A diversidade de formação técnica e experiência desta equipa deixa-nos particularmente confortáveis ." 

Portugal disponibilizou-se a acolher cerca de 500 jovens, sendo que até ao final do ano prevê-se a chegada de 250 menores.