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Decorreu durante o fim-de-semana, dias 1 e 2 de junho, em Vila Viçosa, uma formação a mais 21 elementos da rede CVP, para integrarem a bolsa nacional de instrutores de formação institucional. Esta formação institucional está incluída no processo de integração de todos os colaboradores, voluntários e futuros voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa.
Elementos de 14 Estruturas Locais e Serviços Autónomos da rede nacional da Cruz Vermelha marcaram presença na ação, passando a estar capacitados para promover conhecimentos, de forma pormenorizada, sobre a Instituição, na sua vertente nacional e internacional, bem como sobre a diversificação de áreas do voluntariado.
Em representação do CH Lisboa estiveram presentes Ana Margarida Soares e Marta Rosário.
Vai realizar-se no próximo dia 13 de Julho, entre as 9 e as 18 horas, em Vila Nova de Gaia, o workshop “Apoio Psicossocial e Saúde Mental em Contexto de Desastre Natural”.
Nos dias 29, 30 e 31 de Maio, o Centro Humanitário de Lisboa esteve envolvido no CASCADE 2019. Esta Estrutura Operacional de Emergência contou com o reforço de meios físicos e humanos da Delegação da Amadora.
Este simulacro for coordenado pela Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) e tratou-se do maior exercício de protecção civil que a União Europeia (UE) em que alguma vez, Portugal, participou. Portanto, Portugal como um todo e todos os portugueses, em particular, estão de parabéns por termos “feito acontecer”!
Destes três dias de simulacro ficam as notas de profissionalismo e entrega das entidades que colaboram neste fórum, mas também do nossos operacionais envolvidos.Fica o agradecimento a todos os que, da EOE – CH Lisboa e da DL Amadora, se envolveram no CASCADE19, tanto como figurantes, como enquanto operacionais de prontidão máxima para uma intervenção que se treinou para ser real.
No âmbito do estágio de mestrado em Psicologia das Relações Interculturais pelo ISCTE, a aluna Lisa Bignone realizou uma intervenção, através do Centro Humanitário de Lisboa da Cruz Vermelha Portuguesa, no Agrupamento de Escolas de Benfica.
A Escola Básica Pedro de Santarém apresenta vários desafios, nomeadamente ao nível da integração de alunos em situação de vulnerabilidade psicossocial. Está localizada entre bairros sociais com características demográficas e culturais muito diferentes.
O estágio passou pela dinamização do apoio tutorial, através de um programa para o desenvolvimento de competências psicossociais, auto-conhecimento e inclusão para a diversidade, com consciencialização de questões associadas à inclusão, diversidade e respeito pelo outro.
Numa intervenção deste tipo, que por razões de espaço e de tempo, é maioritariamente teórica, torna-se fundamental encerrar com uma atividade que possa entusiasmar os alunos, fazendo-os entender do crescimento que ocorreu, servindo de inspiração para o futuro. Com base na crescente importância do graffiti na cidade de Lisboa, no contexto escolar e da nossa missão, a ideia passou por encerrar o ano escolar com uma oficina de graffiti e desenho criativo.
Em colaboração com a writer SNOW e os alunos idealizaram um desenho, para depois realizá-lo com as latas, deixando assim uma marca na escola.
Nessa visão, a arte e especialmente a arte dos graffiti, tal como Lisa Delpit refere, serve de inspiração: o graffiti oferece aos adolescentes a oportunidade de adquirir conhecimento, habilidades e valores que são apreciados e úteis na sociedade e, ao mesmo tempo, oferece a possibilidade de construir identidades individuais enraizadas nas culturas e vizinhanças e participar de atividades com potencial para transformar as comunidades.
Ficam os agradecimentos:
- Agrupamento de Escolas São Pedro de Santarém, nomeadamente à Dra. Ana Rita, professores e alunos envolvidos.
- Leroy Merlin Amadora, AKI Cascais e Dedicated Store Lisboa pelo donativo que possibilitou a aquisição do material.
- Colaboração a writer SNOW.
- Dedicação e iniciativa da estagiária Lisa.