A Cruz Vermelha Portuguesa

A Cruz Vermelha Portuguesa é muito mais do que uma organização – é uma rede de apoio dedicada a aliviar o sofrimento e promover a dignidade humana, aqui em Portugal e no mundo. Com a sua ajuda, seja como voluntário, doador ou parceiro, conseguimos estar ao lado de quem mais precisa em situações de emergência, oferecendo apoio social e cuidados de saúde.

Proclamados em Viena em 1965, os sete princípios fundamentais garantem a coesão do
Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e o seu trabalho humanitário.

A Cruz Vermelha Portuguesa nasce da preocupação de prestar auxílio a todos os feridos, dentro e fora dos campos de batalha; de prevenir e aliviar o sofrimento humano, em todas as circunstâncias; de proteger a vida e a saúde; de promover o respeito pela pessoa humana; de favorecer a compreensão, a cooperação e a paz duradoura entre os povos.

A Cruz Vermelha Portuguesa não distingue nacionalidades, raças, condições sociais, credos religiosos ou políticos, empenhando-se exclusivamente em socorrer todos os indivíduos na medida dos seus sofrimentos e da urgência das suas necessidades, sem qualquer espécie de discriminação.

A Cruz Vermelha Portuguesa, a fim de conservar a confiança de todos, abstém-se de tomar parte em hostilidades ou em controvérsias de ordem política, racial, filosófica ou religiosa.

A Cruz Vermelha Portuguesa é independente e, no exercício das suas actividades como auxiliar dos poderes políticos, conserva autonomia que lhe permite agir sempre segundo os princípios do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição de socorro voluntária e desinteressada.

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma só. Em cada país só pode existir uma Sociedade, que está aberta a todos e estende a sua acção humanitária a todo o território nacional.

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição
universal, no seio da qual todas as Sociedades
Nacionais têm direitos iguais e o dever de entreajuda.

De acordo com as Convenções de Genebra de 1949 e seus Protocolos Adicionais, o emblema é um símbolo de neutralidade e proteção em conflitos armados. O seu objetivo é proteger feridos, doentes e aqueles que prestam cuidados de forma neutra e imparcial, além de indicar a relação com o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Para garantir a neutralidade e proteção das atividades humanitárias, foram estabelecidos três emblemas reconhecidos internacionalmente:

  • Cruz Vermelha: O primeiro emblema, adotado em 1864, é uma cruz vermelha em fundo branco, inversão das cores da bandeira suíça. Ele simboliza proteção, neutralidade e assistência humanitária, independentemente de nacionalidade, raça ou religião.
  • Crescente Vermelho: Introduzido em 1876, durante a guerra russo-turca, o crescente vermelho foi adotado por países muçulmanos como símbolo de proteção, mantendo o mesmo significado da cruz vermelha.
  • Cristal Vermelho: Criado em 2005, o cristal vermelho surgiu para reforçar a universalidade do Movimento, sendo utilizado em contextos onde os outros emblemas poderiam ser mal compreendidos ou desrespeitados.

A Cruz Vermelha Portuguesa está organizada de forma a garantir uma resposta eficiente e próxima das necessidades das comunidades locais. A nossa estrutura nacional é composta por três componentes fundamentais: serviços centrais, serviços autónomos e estruturas locais.

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Serviços Centrais

Sob a orientação do Presidente e da Direção Nacional, os serviços centrais têm a responsabilidade de implementar as decisões estratégicas e fornecer suporte contínuo às estruturas locais. São o núcleo de apoio e coordenação de toda a nossa rede.

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Serviços Autónomos

Estes serviços operam de forma independente, mas sempre alinhados com os estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e com as diretrizes da Direção Nacional, assegurando a execução das atividades de forma eficaz e em consonância com os valores da Organização.

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Estruturas Locais

Identificadas mais de cerca de 150 delegações ou centros humanitários, estas Estruturas são geridas por equipas autónomas, responsáveis pela implementação das atividades e pelo apoio direto às comunidades nas suas áreas de atuação.

Dr. António Manuel Frade Saraiva

Engº. Fernando Ferreira Santo

Engº. José Miguel Leonardo

Tenente-General Marco António Serronha

Drª. Maria Madalena de Jesus Marques Ramalho

Dra. Cristina Siza Vieira

Dra. Maria do Carmo Neves

Dr. João Varandas Fernandes

  1. Constituição

a) Ministro da tutela, que tomará parte nas reuniões quando o desejar;

b) Presidente Nacional, António Saraiva;

c) Vice-Presidentes da CVP: Engº. Fernando Ferreira Santo; Engº. José Miguel Leonardo; Tenente-General Marco António Serronha; Drª. Maria Madalena de Jesus Marques Ramalho;

d) Membros cooptados: Almirante António da Silva Ribeiro; Dr. Manuel Ramalho: Dr. Pedro Reis; Dr. Pedro Mota Soares; Dra. Fátima Campos Ferreira;

e) Presidente da Assembleia Geral, Drª Manuela Filipe; d) Secretários da Assembleia Geral, Dr. Fausto Mendonça e Dr. António Pimenta de Castro;

f) Representantes dos departamentos ministeriais (n.º 3 Estatutos CVP)

g) Dois representantes de duas instituições com papel preponderante em actividades de carácter humanitário escolhidas pelo presidente de honra;

h) Delegados regionais;

Art. 30º dos Estatutos

Presidente
Dr. Francisco Soares

Vogal, ROC
Dr. Vítor Almeida

Vogal
Dr. Ernesto Ribeiro

Na Cruz Vermelha Portuguesa, uma das principais preocupações é garantir a gestão eficiente e transparente dos donativos. Trabalhamos diariamente para minimizar os custos de operacionalização, administração e despesas gerais, assegurando que a maior parte dos recursos seja direcionada para aqueles que mais necessitam.

Através da otimização de recursos, consolidação de operações e redução de despesas, conseguimos maximizar o impacto das nossas ações. Um exemplo disso é o envolvimento de mais de 5 mil voluntários, que são fundamentais para a nossa missão.

Neste portal online, disponibilizamos relatórios de contas anuais, devidamente auditados, para garantir total clareza e confiança.

O custo da gestão operacional, alinhado com as políticas da IFRC, é estimado em 15%. Estas despesas são essenciais para garantir o bom funcionamento da nossa Instituição e a capacidade de ajudar o maior número possível de pessoas em situação de crise. Para cada 1€ doado, 0,85€ são diretamente utilizados em iniciativas e projetos que fazem parte da nossa missão humanitária, especialmente no apoio aos mais vulneráveis.

Linha de denúncia

Este é um canal seguro para comunicar irregularidades, disponível para todos, independentemente da relação com a organização. A denúncia pode ser feita anonimamente ou com a sua identidade, conforme a sua preferência.